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José de Abreu (i) : Repositório

Caríssimos e improváveis leitores,

Salve!

Este repositório é minha humilde contribuição para a salvaguarda de links e imagens, com intuito único de subsidiar todos os interessados na história do Marechal de Campo José de Abreu, Barão do Serro Largo, com alguns recursos neste espaço virtual.

<Última atualização: 15 de junho de 2017>

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Agradecimentos

  • Sargento Hiliunes, Museu Marechal José de Abreu – 6º RCB de Alegrete
  • Mariana Milbradt Correa
  • Sergio Abreu e Luis Marcial Abreu de Gasperi
  • Arquivo Histórico do Exército AHEx
  • Denise Bastos, Museu Julio de Castilhos

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Fé-de-ofício

Gentilmente enviada pelo Arquivo Histórico do Exército – AHEx

Nota: a data de alistamento, dada como 28 de dezembro de 1774, é um engano: em 1774 Rio Grande encontrava-se ocupada pelos espanhóis. A data correta é 28 de dezembro de 1784, conforme “Livro de Matrícula do Novo Corpo desta fronteira (Rio Grande), 2ª Companhia, Capitão João Marcos de Madureira, fls. 85v.” – vide PARANHOS – Esboço biográfico do general José de Abreu, Barão do Serro Largo.

Publicações

Históricas:

 

ABREU, José Galvão Álvares de. O Marechal de Campo e Barão do Serro Largo, José de Abreu. Rio  de Janeiro: Jornal do Commercio, 9 de novembro de 1952, p.5.

Anônimo. Beiträge zur Geschichte des Krieges zwischen Brasilien und Buenos-Ayres in den Jahren 1825. 26. 27. 28. Berlim: G. Reimer, 1834.

Anônimo. [PDF] Historia da guerra do Brasil contra as republicas do Uruguay e Paraguay : contendo considerações sobre o exercito do Brasil e suas campanhas no sul ate 1852, campanha do Estado Oriental em 1865 ; marcha do exercito pelas provincias argentinas ; campanha do Paraguay ; operações do exercito e da esquadra ; acompanhada do juizo critico sobre todos os acontecimentos que tiveram lugar nesta memoravel campanha, vol. I. Rio de Janeiro: A. G. Guimarães, 1870.

Archivo Artigas, tomo 33. La invasión portuguesa 1816-1820. Montevidéu: Editorial Doble Emme, 2000.

BAENA, Augusto Romano Sanches de. Diccionário Aristocrático. Lisboa: Panorama, 1867. 

BARROSO, Gustavo. Uniformes do Exército Brasileiro – 1730-1922. Paris: Ferroud, 1922.

Biblioteca Nacional : Divisão de publicações e divulgação. Anais da Biblioteca Nacional, vol.88 : Memórias de la expedición de los 33. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica, 1970.

CARVALHO, Mário Teixeira de. Nobiliário Sul Riograndense (1937), 2ª ed. Porto Alegre: Renascença : Edigal, 2011.

 

CIDADE, Francisco de Paula. Dois Ensaios de História. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1966.

 

CORREA, Mariana M. [PDF] O povoamento da fronteira: A lógica de apropriação de terras na fronteira meridional do Império luso-brasileiro no início do século XIX. Santa Cruz do Sul : UNISC : XIII Encontro Estadual de História da ANPUH RS, 2016.

CORUJA, Antonio Álvares Pereira. Anno Histórico Sul – Rio – Grandense. Rio  de Janeiro: Typ. de José Dias de Oliveira, 1888.

CRUZ, Alcides. Epítome da Guerra entre o Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata. Porto Alegre: Oficinas tipográficas da Livraria do Commercio, 1907.

Estado Mayor del Ejercito : Departamento de estudios historicos. Boletín Histórico del Ejercito. Nos 185-188. Montevideo: División Imprenta del Departamento de Estudios Históricos del Estado Mayor del Ejercito, 1977.

FARINATTI, Luís Augusto Ebling. [PDF] Confins meridionais: famílias de elite e sociedade agrária na Fronteira Sul do Brasil (1825-1865). Rio de Janeiro: UFRJ : Instituto de Filosofia e Ciências Sociais : Programa de Pós-Graduação em História Social, 2007.

FERNANDES, Domingos José Marques. [PDF]  A primeira história gaúcha. Porto Alegre: Instituto Anchietano de Pesquisas, 1961.

HORTA, Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira. História da campanha do Sul em 1827 : a batalha de Ituzaingó, offerecido pelo Visconde de Barbacena, 1827.

LAGO, Laurênio. Brigadeiros e generais de D. João VI e D. Pedro I no Brasil : dados biográficos, 1808-1831Rio de Janeiro : Imprensa Militar, 1938.

 

LARA, Diogo Arouche de Morais. Memória da Campanha de 1816. Revista trimestral do IHGB, tomo VII, Nº. 26, p.125-177. Rio de Janeiro: Imprensa Americana de L. P. da Costa, 1845.

LUFT, Marcos Vinícios. “Essa guerra desgraçada”: recrutamento militar para a Guerra da Cisplatina (1825-1828). Porto Alegre: UFRGS, 2013.

MACEDO, Joaquim Manoel de. Anno Biográphico Brazileiro, Terceiro Volume. Rio de Janeiro: Imperial Instituto Artístico, 1876.

(Em inglês) : MACEDO, Joaquim Manoel de. Bazilian Biographical Annual, volume III. Rio de Janeiro: Imperial Instituto Artístico, 1876.

MACHADO, Antonio Bernardes. Justificação que a seus concidadãos offerece. Rio de Janeiro: Na imprensa Nacional, 1823.

MIRANDA, Marcia Eckert.[PDF] A estalagem e o Império: Crise do Antigo Regime, fiscalidade e fronteira na Província de São Pedro (1808-1831). Campinas: Universidade Estadual de Campinas : Instituto de Economia, 2006.

MÜLLER, Floriano. Marechal José de Abreu. Rio de Janeiro: Jornal do Commercio, 10 de março de 1957, p.3.

ODDONE, Beatriz Rodríguez Alcalá de González. La misión Jose de Abreu. Assunção: Academia Paraguaya de la Historia, 1994.

OLIVEIRA, José Joaquim Machado de. Recordações Históricas que se prendem especialmente à Campanha de 1827. Revista trimestral do IHGB, tomo XXIII, Quarto trimestre, p. 497. Rio  de Janeiro, 1860. Nedeln/Liechtenstein: Kraus Reprint, 1973.

OLIVEIRA, José Joaquim Machado de. A Celebração da Paixão de Jesus Christo entre os Guaranys : (Episódio de um diário das Campanhas do Sul)Revista trimestral do IHGB, tomo IV, 2ª ed. Rio  de Janeiro: Typ. de João Ignacio da Silva, 1863. p.334.

P., A. D. de. Apuntes para la História de la República Oriental de Uruguay, desde el año 1810 hasta el de 1852. Paris: TH Ducessois, 1864.

PAGOLA, Brenda. “…Y ellos le dieron vida” : San Carlos: fundadores y vecinos. Montevidéu: Arca, 1998.

 

PARANHOS Jr., José Maria da Silva. Esboço biográfico do general José de Abreu, Barão do Serro Largo. Revista trimestral do IHGB, tomo XXXI, parte II, p. 62-135. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1868.

PINHEIRO, Artidório Augusto Xavier. Organisação das Ordens Honoríficas do Império do Brazil. São Paulo: Jorge Seckler & C., 1884.

PINHEIRO, José Feliciano Fernandes. Annaes da Provincia de São Pedro. Paris: Typ. de Casimir, 1839.

PINHEIRO, José Feliciano Fernandes. Memórias do Visconde de São Leopoldo. Revista trimestral do IHGB, tomo XXXVII, parte segunda, cap. IX, p. 54. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1874.

PINTO, João Egon de Abreu Prates da Cunha. O Marechal de Campo José de Abreu : Barão de Serro Largo : Notas extraídas do trabalho em preparo “Os Esquecidos da História”, I. Rio de Janeiro: Jornal do Comércio. 27 de maio de 1934, p. 6.

PINTO, João Egon de Abreu Prates da Cunha. O Marechal de Campo José de Abreu : Barão de Serro Largo : Notas extraídas do trabalho em preparo “Os Esquecidos da História”, II. Rio de Janeiro: Jornal do Comércio. 10 de junho de 1934, p. 8.

PORTO, Aurélio. História das Missões Orientais no Uruguai : Segunda Parte. Porto Alegre: Selbach, 1954.

PORTO, Aurélio. Origens de heróis riograndenses II : Marechal José de Abreu. Porto Alegre: A Federação, 17 de abril de 1933, p.2.

PORTO ALEGRE, Aquiles. [PDF] Homens Ilustres do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Typographia do Centro, 1916.

QUEIROZ, Maria Luiza Bertolini. [PDF] A Vila do Rio Grande de São Pedro : 1737-1822.  Florianópolis : UFSC : dissertação de pós-graduação em História, 1985. (Nota: esta tese foi publicada como livro, com prefácio de João José Planella, em Rio Grande pela editora da Fundação Universidade de Rio Grande, em 1987.)

RHEINGANTZ, Carlos Grandmasson. Titulares do império. Rio  de Janeiro – Publicações do Arquivo Nacional, vol. 44. São Paulo: Gráfica da “Revista dos Tribunais”, 1960.

 

ROCHA, Luiz Mariano da. Carta a Egon Prates: “Barão do Serro Largo”. Rio de Janeiro: Jornal do Comércio, 11 e 12 de junho de 1934, p.9.

RODRIGUES, Alfredo Ferreira.[PDF] Almanak Litterario e Estatístico do Rio Grande do Sul, 23º Anno. Rio Grande do Sul: Pintos & C., 1911.

SAINT-HILLAIRE, Auguste de. [PDF] Viagem ao Rio Grande do Sul. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2002.

SCHNEIDER, Louis. [PDF] A guerra da tríplice alliança, 1º vol. Rio de Janeiro: Typographia Americana, 1875.

SCHNEIDER, Louis. [PDF] A guerra da tríplice alliança, 2º vol. Rio de Janeiro: Typographia Americana, 1876.

SEIJO, Carlos. Carolinos : Ilustres, Patriotas y Benemeritos. Montevidéu: El Siglo Ilustrado, s/a.

SEWELOH, Anton Adolph Friedrich von. Reminiscências da Campanha de 1827 Contra Buenos-Ayres. Revista trimestral do IHGB, tomo XXXVII, parte primeira, p. 399. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1874.

SILVA, Alfredo Pretextato Maciel da. Os Generaes do Exército Brasileiro – 1822 a 1899, Primeiro vol. Rio  de Janeiro: M. Orosco & Cia, 1906.

SILVA, J. Resende. A Fronteira do Sul: estudo geographico, econômico, histórico e fiscal. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1922.

SILVA, João Manuel Pereira da. História da fundação do Império Brasileiro, Tomo quarto, Livro sétimo. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1865.

SILVA, Theotonio Meirelles da. História Naval Brazileira. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1874.

SPALDING, Walter. Construtores do Rio Grande, Vol. II. Porto Alegre: Livraria Sulina, 1970.

 

TEIXEIRA, Mucio Scevola Lopes. [PDF] Os Gaúchos : Estudo do meio physico, do momento histórico, da vida pampeana, do cancioneiro popular e synthese biográphica dos rio-grandenses illustres. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro & Maurilio, 1920.

TERÁN, Florencia Fajardo. San Carlos en su Bicentenario : Estampas de su nacer y su vivir. Maldonado: Editoral Goes, 1963.

 

TITARA, Ladislau dos Santos. Memórias do Grande Exército Libertador Aliado. Rio Grande do Sul: Typographia de B. Berlink, 1852.

VARELA, Alfredo. Rio Grande do Sul : Descrição física, histórica e econômica, Volume 1º. Rio Grande do Sul: Livraria Universal, 1897.

VASCONCELOS, Rodolfo Smith de & Vasconcelos, Jaime Smith de. Arquivo Nobiliárquico Brasileiro. Lausana: La Concorde, 1918. 

 

Literárias:

 

LEO, Friedrich August. Rosen und Vergissmeinenschaft. (“Lothar“). Leipzig, 1838.

LOPES NETO, João Simões. Contos Gauchescos. (“O anjo da vitória“) e (“Contrabandista“). 9ª ed., Porto Alegre: Globo, 1976.

RILHO, Ana Helena Diniz Soares et al. Esta terra tem dono. Porto Alegre: Editora AGE, 2014.

 

Manuscritos

 

AHCMPA – Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre

Processo de Habilitação de casamento de José de Abreu com Maria Feliciana da Conceição, 1794.

 

AHRS – Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul

Correspondências de José de Abreu, 1810-1825.

Imagens gentilmente enviadas por Mariana Milbradt Correa:

 

APERS – Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul

 

Carta de Liberdade de José de Abreu e D. Maria (Feliciana da Conceição) Silveira a João, 1821.

 

Inventário de José de Abreu e Maria Feliciana da Conceição, 1849.

Imagens gentilmente enviadas por Mariana Milbradt Correa:

Registros Paroquiais – via FamilySearch

 

1757, Rio Grande: Casamento de João de Abreu com Ana Bernarda de Jesus

1760, Rio Grande: Batismo de Vicente, filho de João de Abreu e Ana Bernarda de Sousa

1780, Rio Grande: Casamento de Cláudia Petrona de Abreu, filha de João de Abreu e Ana Bernarda de Sousa

1782, Rio Grande: Batismo de Manoel, filho de João de Abreu e Ana Bernarda de Sousa

1788, Rio Grande: Óbito de Ana Bernarda de Sousa

1790, Rio Grande: Óbito de João de Abreu

1794, Porto Alegre: Casamento de José de Abreu com Maria Feliciana da Conceição

1795, Porto Alegre: Batismo de Cláudio José de Abreu, filho de José de Abreu

1797, Porto Alegre: Batismo de José Inácio da Silva Abreu, filho de José de Abreu

1802, Rio Pardo: Batismo de Ana, filha de José de Abreu

1828, Porto Alegre: Sepultamento de José de Abreu

 

Notícias, despachos, ofícios e falas – via Hemeroteca Digital Brasileira

 

A Gazeta do Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1813. Despachos Militares – promoções de oficiais desde 12 de julho de 1811.

A Gazeta do Rio de Janeiro, 13 de novembro de 1816. Notícia extraoficial sobre os combates de Japejú e Passo do Ibicuí.

A Gazeta do Rio de Janeiro, 18 de dezembro de 1816. Notícia oficial sobre os combates de Japejú, sítio de São Borja, etc

Idade d’Ouro, 23 de setembro de 1817. Relato de “Hum Official do Exército” sobre ações contra Artigas: Arapeí, Catalão, etc

A Gazeta do Rio de Janeiro, 9 de julho de 1817. Promoções por Decreto: promovido a Coronel da Cavalaria de Linha, no Comando de Entre-Rios.

Correio Braziliense, XXIII : Ofício do Conde da Figueira de 15 de junho de 1819. Londres: R. Greenlaw, 1919.

A Gazeta do Rio de Janeiro, 29 de fevereiro de 1820. Ofício do Conde da Figueira sobre batalha do Taquarembó.

A Gazeta do Rio de Janeiro, 2 de março de 1820. Relação dos Oficiais despachados por distinção nas seguintes ações : Taquarembó : Promoção a Marechal de campo graduado.

Império do Brasil: Diário do Governo, 24 de janeiro de 1823. Ofício de João Vieira e Carvalho ao Governador das Armas, José de Abreu, em 4 de janeiro de 1823.

Império do Brasil: Diário do Governo, 4 de junho de 1823. Nota de João Vieira de Carvalho em aprovação a medidas de José de Abreu, em 15 de maio de 1823.

Império do Brasil: Diário do Governo, 17 de junho de 1823. Resposta de José de Abreu a notícia veiculada em O Gazeteiro de Montevideo e o Argos de Buenos Aires, em 22 de abril de 1823.

Império do Brasil: Diário do Governo, 18 de julho de 1823. Fala de José Joaquim da Silva, em 30 de maio de 1823.

Império do Brasil: Diário do Governo, 19 de setembro de 1823. Fala de José de Abreu sobre subscrição destinada ao aumento da Marinha, 22 de junho de 1823.

Império do Brasil: Diário do Governo, 9 de março de 1824. Carta de José de Abreu a João Gomes da Silveira Mendonça sobre a dissolução da Assembléia Geral Constituinte, 24 de janeiro de 1824.

Império do Brasil: Diário do Governo, 31 de maio de 1824. Fala de José de Abreu às tropas em Porto Alegre, para jurarem à Constituição política do Império do Brasil.

Império do Brasil: Diário do Governo, 14 de outubro de 1824. Despachos de 12 de outubro de 1824 : Oficiais Generais.

Império do Brasil: Diário do Governo, 13 de dezembro de 1824. Resposta a ofício de José de Abreu de 29 de outubro de 1824 agradecendo a S.M.I., em 4 de dezembro de 1824.

 

 

Acervo pessoal de Luis Marcial Abreu de Gasperi

Carta de nobreza de José de Abreu, 12 de outubro de 1825.

Imagem gentilmente enviada por Sergio Abreu

 

Iconografia

Retratos

Museu Marechal José de Abreu – Alegrete:

 

O retrato tradicionalmente atribuído a José de Abreu. Esta versão me foi enviada pela Comunicação Social do 6º RCB de Alegrete. Ao que parece até o momento, esta é uma reprodução de um original, sobre o qual ainda procuro desvendar mais. Saiba mais neste blog post.

 


 

Publicado em “Nobiliário Sul-Riograndense”, 1937:

Retrato de João Faria Viana em “Nobiliário Sul-Riograndense”, de Mário Teixeira de Carvalho, 1937.

 


Gentilmente cedidas pelo

Museu Julio de Castilhos – Porto Alegre:

1. AUTOR DESCONHECIDO

Iconografia : José de Abreu (Barão do Cerro Largo) : No de registro: 143 : crayon sobre papel, 50 x 39 cm : assinada, ilegível : doação, Quartel General do III Exército, 1949 : REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Livro de Ofícios Recebidos. Museu Julio de Castilhos.1948/49, p. 314 e 315

Nota: esta obra é citada pelo general Francisco de Paula Cidade (vide bibliografia: “Dois ensaios de história”, 1966) como um retrato cuja atribuição a José de Abreu possa estar incorreta. Vide também: José de Abreu (iv) : O retrato pictórico.

2. LUCÍLIO DE ALBUQUERQUE : Barras, PI 1877 – Rio de Janeiro, RJ 1939

Iconografia : José de Abreu – Barão de Cerro Largo : Nº de registro: 720 : tela, óleo, madeira, gesso, 153 x 142 cm : assinada Lucilio : procedência desconhecida : REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Livro de ofícios recebidos, 1944, vol. II, p.126 : PONTUAL, R. Dicionário das Artes Plásticas no Brasil.

Nota: esta obra é citada pelo Historiador Aurélio Porto em 17 de fevereiro de 1933, como encomendada pelo próprio Museu do Estado do Rio Grande do Sul (Museu Julio de Castilhos). Vide bibliografia: “Origens dos heróis riograndenses II: Marechal José de Abreu”.

 


Publicado em “Construtores do Rio Grande – Vol. II”, 1970:

 

Retrato de José de Abreu em “Construtores do Rio Grande, Vol. II”, de Walter Spalding (Capa de Cecília Tavares), 1970.


 

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Em destaque: inventário do barão e esposa, Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, 1849. Foto de Mariana Milbradt Correa (detalhe).

 

Com os melhores votos de bom proveito, desta que vos escreve

 

helga

~Helga.

José de Abreu (viii) : O brasão de armas

Salve!

Eis mais um post sobre o Barão do Serro Largo. Mas agora, nada muito pesado: vamos falar de amenidades. Especificamente, vamos falar sobre o brasão de José de Abreu.

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Digo amenidades, tendo em mente que este deveria ser um post simples, envolvendo pouca celeuma. Mas quase tudo que se refere ao Marechal Abreu vem imbuído de uma “História da história”, parafraseando o já mencionado múltiplas vezes, general Francisco de Paula Cidade.

Explico: a primeira menção que encontrei sobre este brasão vem do Nobiliário Sul Rio Grandense, de Mário Teixeira de Carvalho, publicado em 1937.[1] Não vem especificada a data da carta de brasão de armas, apenas menciona-se que

“Foram-lhe concedidas as armas dos Abreus: Em campo de vermelho cinco cotos de águia de ouro, postos em aspa. Por diferença, uma brica de ouro com um trifólio de sua cor. Timbre: o coto das armas. Elmo de prata aberto e guarnecido de ouro. Paquife do metal e cores das armas.”

… tudo isso após mencionar o título de barão, recebido em 12 de outubro de 1825. Das fontes apontadas no nobiliário, à página 299, duas poderiam conter a informação original, e são elas:

 

1) O Dicionário Enciclopédico do Rio Grande do Sul – 1º fascículo, Vol. 1, de Aurélio Porto, publicada no ano anterior, em julho de 1936.[2] Esta é uma edição relativamente rara, a qual eu adoraria ter em mãos, contendo páginas dedicadas não só a José de Abreu, mas também ao filho primogênito Cláudio José de Abreu, que é também meu ancestral direto. Por muita sorte, uma página deste volume encontra-se fotografada e legível, publicada por um vendedor que oferece este fascículo em bom estado, embora incompleto. Na página 34, encontra-se estampado o escudo que procuramos.
Êi-lo:

O brasão, ilustrado no volume acima citado. Não foi ainda possível saber se o mesmo volume traz também a descrição do brasão, e se faz menção à carta de brasão de armas. A visibilidade não é das melhores, mas dentro do campo do escudo, vejo apenas os cotos de águia (e talvez, uma brica)

2) Os artigos sobre o Marechal Abreu publicados no Jornal do Comércio, em 1934, escritos por Egon Prates.[3][4] Ali não se encontra menção sobre o brasão. A propósito, Egon Prates – cujo nome por extenso era João Egon d’Abreu Prates da Cunha Pinto – era neto de Cláudio José de Abreu e sua esposa Réa-Silvia Gomes de Abreu, pertencendo ao ramo dos Abreu Prates (assim como uma bisavó desta, que vos escreve). Fez um trabalho minucioso e bem embasado, embora não completamente isento de enganos, sobre o Barão do Serro Largo, que foi seu bisavô. É surpreendente que Egon Prates Pinto não conhecesse o brasão do seu, do nosso avoengo, pois tinha enorme gosto pela heráldica, e até 1936, segundo Francisco de Paula Cidade, era detentor da carta de nobreza do barão,[5] e portanto encarregado da salvaguarda deste documento, que já naquela época fora emitido havia mais de um século. Egon Prates  Pinto era tão conhecedor da heráldica que publicou, em suplementos da antiga Revista da Semana, um conjunto de brasões iluminados (incluindo biografias dos portadores e as datas das cartas de brasão de armas), e o conjunto desta obra chamou-se o Armorial Brasileiro (Brasil Colônia).

 

Voltando ao Nobiliário Sul-Riograndense, este traz a seguinte representação do brasão:

Ilustração do brasão contida no Nobiliário Sul Rio Grandense. O brasão correspondente seria: de vermelho, cinco cotos de águia de ouro postos em aspa. A brica de ouro com trifólio foi omitida, incorrendo em erro na representação.

 

A representação acima não corresponde à descrição do brasão contida no mesmo livro. Walter Spalding, em Os Construtores do Rio Grande do Sul, Vol.II,[6] parece ter sido o primeiro a publicar nota sobre essa incoerência, notando a falta da diferença na representação do brasão.

***

Para os que gostam da coisa toda bem tecnicalizada, como eu…

A brasonaria tem todo um vocabulário próprio, sendo que o brasão propriamente dito é a “fórmula”, a descrição da imagem do escudo, e à sua ilustração heráldica também pode-se chamar iluminura. Assim, a frase “Em campo de vermelho cinco cotos de águia de ouro, postos em aspa. Por diferença, uma brica de ouro com um trifólio de sua cor.” é o brasão, significando:

Em campo de vermelho : sobre um fundo vermelho
cinco cotos de águia : cinco asas de águia
de ouro : de cor dourada
postos em aspas : dispostas formando um X.

 

Até aqui, este é o brasão original do Abreu chefe, a quem ele primeiro foi concedido.

 

O escudo de armas de Abreu (chefe) é muito antigo e encontra-se representado em vários livros. Mas nenhum deles me parece mais lindamente iluminado que o Livro da Perfeiçam das Armas, de Antonio Godinho, cerca de 1530 (vide imagem 34). Este NÃO pertence a José de Abreu. Como já foi explicado em outro post deste mesmo blog – brasões não pertencem a sobrenomes, e sim a linhagens.

 

E a brica com trifólio? A brica é justamente a diferença do brasão de José de Abreu, que o torna unicamente seu, é um elemento heráldico que pode ser descrito como um quarto do cantão chefe direito, localizado no canto superior esquerdo do escudo. O cantão tem um nono da área do escudo, medindo um terço da largura e da altura. Trocando em miúdos, a brica é um retângulo medindo cerca de um sexto da largura e altura totais do escudo, localizada no canto superior esquerdo do campo do brasão (desconsiderando aqui a lateralidade invertida da heráldica, a fim de descomplicar este post). No próprio Armorial Brasileiro, já referido, encontram-se exemplos deste elemento:

 

O brasão de Félix Pereira da Piedade em O Armorial Brasileiro, de Egon Prates Pinto. Iluminura de Luiz Gomes Loureiro. Da extinta Revista da Semana, Hemeroteca Digital Brasileira. A brica com o trifólio foram destacados por esta, que vos escreve.

 

Já o trifólio é uma carga heráldica (uma figura) abstrata, são três folhas unidas ao centro, em geral apontando para cima, e o termo “de sua cor” quer dizer da cor que seria encontrada ao natural, ou seja, verde.

 

O trifólio ilustrado em Dibujo Heraldico, um blog ultra informativo e didático – autoria e desenho do heraldista Xavier Garcia.

 

Os elementos descritos a partir do timbre, incluindo elmo e paquife, são ornamentos heráldicos, e sua representação não é obrigatória. Indispensáveis para a representação correta do brasão são apenas os elementos que estão dentro do campo, onde sempre estão as chamadas “diferenças” ou brisuras, que são uma tentativa de individualização do brasão, especialmente entre portadores de brasões que pertencem a um mesmo ramo familiar.

***

Sobre a prática de incluir a brica em brasões concendidos no Brasil, recomendo a leitura deste post, no blog Arte Heráldica, de Eduardo Henriques d’Castro:

 

“A casa deste “desrespeito”, pelo menos no Brasil, nos é elucidada pelo Professor Baroni Santos (6), alegando que  era costume dos reis de armas do Cartório de Nobreza e Fidalguia fazer a elaboração de brasões conforme a homonímia sem verificar se a pessoa que receberia as armas em questão era ou não pertencendo à família armigerada, sendo tomado o cuidado de acrescentar-se uma diferença para não incorrer na usurpação.”

 

LEITURA RECOMENDADA : BRICAS E DIFERENÇAS

Este parecer faz o mais perfeito sentido, considerando-se que Abreu era o único sobrenome usado pelo marechal, e que a comprovação de ter direito ao uso do brasão dos Abreu por descendência seria muito improvável – vide este post.

Ainda em Arte Heráldica, outro post esclarece sobre as condições de hereditariedade de um brasão:

“Os títulos e brasões ad personam são aqueles que pertenciam à cargos administrativos do império e seus títulos de nobreza que não eram “de jure e  herdade”, por exemplo, os títulos comprados da nobreza togada do Brasil ou a nobreza adquirida através de postos de milícia portugueses e brasileiros, estes não podiam ser passados aos descendentes. Assim, só eram possuidores de brasões e títulos hereditários as famílias nobres do que hoje se considera como nobreza histórica ou constituíram regime de morgado.”

 

***

Restam, assim, duas questões:

1) Onde está a carta de brasão de armas de José de Abreu? Se algum leitor hipotético tem acesso ao Dicionário Enciclopédico do Rio Grande do Sul, ou fonte ainda melhor, por favor e obrigada, mande notícia. Seria de se esperar que alguma fonte secundária pudesse apontar a fonte original do brasão. A busca por esta informação é particularmente intrigante, dada a triste história de Possidônio Carneiro da Fonseca Costa, o primeiro Rei de Armas do Brasil.

 

2) Como seria a iluminura correta do brasão do Marechal José de Abreu, incluindo a diferença da brica com trifólio? Eis aqui mais um, ou mais três oferecimentos desta, que vos escreve:

 

Brasão de José de Abreu: escudo raso. (De vermelho, cinco cotos de águia de ouro postos em aspa. Por diferença, uma brica ouro com um trifólio de sua cor). A brica com trifólio está no canto superior esquerdo (em heráldica, dito cantão chefe direito). Uma ilustração desta, que vos escreve, com inkscape.

 

Brasão de José de Abreu: Realização heráldica completa, com ornamentos: elmo, paquife e timbre. Mais uma ilustração desta, que vos escreve, com inkscape.

 

O brasão de José de Abreu : realização heráldica mais-que-completa, incorporada a coroa de barão e as insígnias de Comendador da Ordem de Avis e Cavaleiro da Ordem do Cruzeiro. Ainda mais uma ilustração desta, que vos escreve, com inkscape.

A confecção destas “iluminuras” não seria possível, se não pelo trabalho dos heraldistas que listo a seguir, cujos trabalhos encontram-se na Wikimedia Commons, podendo incluir elementos que foram usados ou adaptados de:

 

***

Feita mais esta retificação sobre o Barão do Serro Largo, aqui despede-se por ora esta, que vos escreve

helga

~Helga.

 



Fontes
[1] CARVALHO, Mário Teixeira de. Nobiliário Sul Riograndense (1937), 2ª ed. Porto Alegre: Renascença : Edigal, 2011.
[2] PORTO, Aurélio.Dicionário Enciclopédico do Rio Grande do Sul – 1º fascículo, Vol. 1. Porto Alegre: Minuano, 1936.
[3] PINTO, João Egon de Abreu Prates da Cunha. O Marechal de Campo José de Abreu : Barão de Serro Largo : Notas extraídas do trabalho em preparo “Os Esquecidos da História”, I. Rio de Janeiro: Jornal do Comércio. 27 de maio de 1934, p. 6.
[4] PINTO, João Egon de Abreu Prates da Cunha. O Marechal de Campo José de Abreu : Barão de Serro Largo : Notas extraídas do trabalho em preparo “Os Esquecidos da História”, II. Rio de Janeiro: Jornal do Comércio. 10 de junho de 1934, p. 8.
[5] CIDADE, Francisco de Paula. Dois Ensaios de História. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1966.
[6] SPALDING, Walter. Construtores do Rio Grande, II Volume. Porto Alegre: Livraria Sulina Editora, 1969.

José de Abreu (vii) : A linhagem materna

Salve!

 

À diferença do post anterior, esta entrada vai mais suave. Exceto que há, entre vários autores, uma discussão histórica sobre a mãe do Barão do Serro Largo. A pesquisa da linhagem materna do general flui sem grandes reviravoltas e revelações, mas, todavia, entretanto, porém – o que encontramos no papel – e o papel aceita tudo – vai de encontro à uma certa uniformidade na descrição do aspecto físico de José de Abreu.

Na verdade, a confusão começa com algumas declarações contraditórias do próprio marechal. Dizia-se filho legítimo de João de Abreu com Ana Maria de Jesus, natural de Rio Grande – declarações dele mesmo. Mas, como já explicado antes aqui, sendo filho legítimo de João de Abreu, só poderia ter como mãe Ana Bernarda de Jesus ou de Souza. A confusão de nomes, ou na verdade, o que eu chamaria de uma certa flexibilidade onomástica, era muito comum nos registros anteriores ao século XX. Até aí, nada de estranho.

 

Leitura recomendada:
Sobre a onomástica no período Colonial (Martha Hameister)

O erro da naturalidade desta mãe – dita rio-grandina ao invés de terceirense – é também perdoável: o Barão considerava a si próprio rio-grandino, muito embora soubesse perfeitamente que era carolino, ou seja, natural de São Carlos de Maldonado. O que realmente coloca uma pulga atrás da orelha é como o seus contemporâneos lhe descrevem, ao mencionar por vezes algum atributo físico considerado indígena, por vezes o domínio fluente que ele tinha da língua Guarani.

Há, porém, uma construção histórica do personagem do marechal: à medida em que vários autores acrescentam sobre as obras uns dos outros, podem inadvertidamente exagerar características, que foram atribuídas sob a ótica das percepções pessoais, e que pertencem, por sua vez, à mentalidade e as concepções de um determinado lugar e tempo; e assim, podem ser mais ou menos verdadeiras. Nessas perguntas, ainda gostaria de ir mais a fundo em outra oportunidade.

Feitas essas ressalvas, começo pelo casamento de Ana Bernarda de Jesus com João de Abreu, pais do Marechal José de Abreu:

Lê-se: “Aos vinte e hum dias do mes de Outubro do anno de mil setecentos e cincoenta e sete, nesta Matriz de São Pedro do Rio Grande de São Pedro feitas as tres canonicas denunciaçoens na forma do Sagrado Concilio Tridentino e em presença de mim, Vigário da Igreja e da Manuel Francisco da Sylva e das testemunhs abaixo asinadas o Coronel de Dragoens Thomás Luiz Ozorio, e o Capitão mor Francisco Coelho Ozorio se cazarão em face da Igreja solenemente João de Abreu, filho legítimo de Lionel de Abreu e de sua mulher Maria Soares, já defunta, natural da freguesia de Santa Maria do Pinheiro concelho de Vieyra, Arcebispado de Braga, com Anna Bernarda de Jesus, filha legítima de Antonio de Souza, já defunto, e de Antonia Clara da Conceição, baptizada na Vila da Praia da Ilha Terceira, e lhes dei as bençoens. Por verdade fiz este assento. O vigário.” Via familysearch.

 

Passeando pelos registros de casamentos em Santa Cruz, ilha Terceira, e demais freguesias da mesma ilha – eis o que nos dizem os papéis:

 

António de Sousa e Antónia Clara da Conceição casaram-se aos cinco de agosto de 1737, em Santa Cruz, Ilha Terceira.[1] Este foi o terceiro casamento de Antonio de Souza, viuvo de Maria da Vitória[2] e de Apolónia de Guadalupe;[3] e o segundo casamento para Antónia Clara da Conceição, viúva de Manuel de Aguiar, com que se casara em 1731.[4] António de Sousa era filho de Cosme de Sousa e de Catarina Gomes, todos do Pico. Antónia Clara era filha de Manuel Ferreira (de Aguiar) e de Lourença Maria da Conceição, fregueses de Nossa Senhora da Pena, Fontinhas.

Manuel Ferreira de Aguiar casou três vezes, sendo a primeira esposa Bárbara Dias, em 1676,[5] e a segunda Inês Vieira, em 1677.[6] Casou em terceiras núpcias com Lourença Maria da Conceição, filha de António Teixeira e Bárbara Cardoso, paroquianos de Santa Bárbara, Fonte do Bastardo, aos 4 de abril de 1707, em Santa Cruz.[7] Manuel Ferreira de Aguiar era filho de Simão de Aguiar e Beatriz Alves e faleceu antes de 18 de outubro de 1721, data em que Lourença Maria casa-se pela segunda vez, com Domingos Martins, em Santa Cruz.[8]

Simão de Aguiar e Beatriz Alves casaram-se em 18 de janeiro de 1644, em Lajes, na Terceira.[9] Ele era filho de António Ferreira e Beatriz Alves ou Álvares, fregueses de Agualva, e ela era filha de Francisco Simão e Bárbara Lucas, fregueses de Lajes.

António Ferreira e Beatriz Álvares casaram-se aos 3 de fevereiro de 1613, como a maioria dos casais já citados, também em Santa Cruz:[10] ele, filho de Antão Ferreira e Beatriz Gonçalves, e ela, filha de André Álvares e Maria Pestana.

Em resumo, foi possível alcançar até sete gerações a partir de José de Abreu, como na seguinte tabela, mostrando as gerações mais remotas no topo, até a mais recente, na base:

 

por descobrir
Antão
Ferreira

& Beatriz
Gonçalves
N.±1565
André
Álvares

& Maria
Pestana
N.±1565
por descobrir
António Ferreira
& Beatriz Álvares
N. ±1590
C. 03.02.1613,
S.ta Cruz, Terceira
Francisco Simão
& Bárbara Lucas
N. ±1605

por descobrir  
Simão de Aguiar

N. ±1625

C. 18.01.1644, Lajes, Terceira

Beatriz Alves

N. ±1630

C. 18.01.1644, Lajes, Terceira

António Teixeira

N. ±1665

Bárbara Cardoso

N. ±1670

Manuel Ferreira de Aguiar

N. ±1655, Terceira, Açores

C.c Bárbara Dias 27.01.1676, Santa Cruz, Terceira

C.c Inês Vieira em 19.09.1677, Santa Cruz, Terceira

C. c L.ça M.a da C.çãoem 04.10.1707, S.ta Cruz, Terceira

F. antes de 18.08.1721

Lourença Maria da Conceição

N. ±1690, Terceira, Açores

C.c M.el F.ra de Aguiar em 04.10.1707, S.ta Cruz, Terceira

C. c Domingos Martins em 18.08.1721, Santa Cruz, Terceira

Antónia Clara da Conceição

N.±1715

C.c Manuel de Aguiar em 29.11.1731, Fontinhas, Terceira

C.c António de Sousa em 05.08.1737, Santa Cruz, Terceira

( António de Sousa, filho de Cosme de Sousa e Catarina Gomes,

N. ±1680, Pico, Açores

C.c Maria da Vitória em 12.12.1700, Santa Cruz, Terceira

C.c Apolónia de Guadalupe em 12.01.1722, Agualva, Terceira

C.c Antónia Clara da Conceição em 05.08.1737, Santa Cruz, Terceira

F. antes de 21.10.1757 )

Antónia Clara e António de Sousa foram pais de

Ana Bernarda de Sousa

B. ±1740, Santa Cruz, Terceira, Açores

C. c João de Abreu em 21.10.1757, Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil

F. 28.11.1788 Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil

Ana Bernarda e João de Abreu foram pais de

Vicente, Cláudia Petrona, José de Abreu, Joaquim, Francisco, Romão e Manuel

 

É por hoje, é só…!

 

Desta que vos escreve, a

helga

~Helga.

 

 

Em destaque: Vila Nova, Terceira, Açores. Foto de Luís Godinho / Flickr



Fontes
[1] Casamento de António de Sousa com Antónia Clara da Conceição. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1737, L.C. 6, fl.1v.
[2] Casamento de António de Sousa com Maria da Vitória. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1700, L.C. 4, fl.67.
[3] Casamento de António de Sousa com Apolónia de Guadalupe. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Agualva: 1722, L.C. 1, fl.31v.
[4] Casamento de Manuel de Aguiar com Antónia Clara da Conceição. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Fontinhas: 1731, L.C. 1, fl.35.
[5] Casamento de Manuel Ferreira de Aguiar com Bárbara Dias. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1676, L.C. 3, fl.172.
[6] Casamento de Manuel Ferreira de Aguiar com Inês Vieira. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1677, L.C. 3, fl.178.
[7] Casamento de Manuel Ferreira de Aguiar com Lourença Maria da Conceição. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1707, L.C. 4, fl.127v.
[8] Casamento de Domingos Martins com Lourença Maria da Conceição. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1721, L.C. 5, fl.15.
[9] Casamento de Simão de Aguiar com Beatriz Alves. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Lajes: 1644, L.C. 2, fl.13v.
[10] Casamento de António Ferreira com Beatriz Álvares. Cultura Açores : Fundos Paroquiais dos Açores: Terceira, Praia da Vitória, Santa Cruz: 1613, L.C. 2, fl.116v.