Posts by "helga"

Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul

Salve!

Para quem se aprofunda na pesquisa de seus antepassados, às vezes faz falta um mapa de onde e de quando viviam.

Rua Riachuelo, 1317: O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Rua Riachuelo, 1317: O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Foto: do celular da Helga.

 

O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul guarda um bom acervo cartográfico de todo o Estado, como se pode ver (em baixa resolução) aqui. O IHGRGS tem à disposição do público o mesmo material em alta resolução, além de uma coleção de mapas de Porto Alegre e mais outras publicações, ao custo de R$ 10,00 para cada CD. Há também, além da Mapoteca, a Hemeroteca e a Fototeca, mas ao que parece boa parte destes acervos estão ainda sendo organizados, catalogados, indexados e etc, para futura disponibilização para pesquisa.

 

♥ Mapas Antigos e Bonitos ♥
 

Att,

helga~Helga.

 

Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre

Salve!

Em visita à minha querida Porto Alegre, tive oportunidade de ler e fotografar alguns processos de habilitação de casamento, arquivados e disponíveis para pesquisa no Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre – AHCMPA.

 

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Rua Espírito Santo, 95: A Cúria Metropolitana de Porto Alegre. O Arquivo Histórico fica na primeira porta de vidro à direita, depois da cancela. Direto do celular da Helga.

Seu acervo é composto de vários fundos, dos quais um dos mais úteis para a pesquisa genealógica é a série de Autos Matrimoniais. A Arquivista e Historiógrafa responsável, Vanessa Gomes de Campos, descreve AQUI as informações contidas neste tipo de registro, além de disponibilizar um arquivo excel listando os processos disponíveis para consulta.

A consulta deve ser solicitada com antecedência através do email arquivo@arquipoa.com .

♥ Vale a pena! ♥

 

Att,

helga~Helga.

 

Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul

Salve!

Quem busca conhecer a história de seus antepassados no Rio Grande do Sul tem no Arquivo Público do Estado uma excelente ferramenta de pesquisa.

Saiba tudo: APERS – Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul

Através do sistema de busca – conhecido como Balcão Virtual – o público pode encontrar arquivos referentes a pessoas físicas ou jurídicas, tais como inventários, documentos de registro civil, processos criminais, habilitações de casamento, divórcios, falências, cartas de alforria e muitos outros com os quais conta este riquíssimo acervo.

 

^ Acima: alguns dos processos que tive a prazer de ler e fotografar  **sempre sem flash, gente!**  na Sala de Pesquisas do Arquivo Público.

O APERS está localizado no Centro Histórico de Porto Alegre, na Rua Richuelo, 1031. Funciona diariamente das 8:30 às 17 horas, atendendo a solicitações de pesquisa através do email  saladepesquisa@sarh.rs.gov.br .

 

Att,

helga~Helga.

 

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Algumas das adoráveis gavetinhas de processos indexados da sala de pesquisa do Arquivo Público do Rio Grande do Sul – direto do celular da Helga.

 

 

 

Heráldica contemporânea

Salve!

Mais dia menos dia, quem curte Genealogia acaba se deparando com a Heráldica.

“Indiscutivelmente, a Heráldica está viva e de boa saúde. Basta estarmos atentos ao que nos rodeia: existe Heráldica por toda a parte.” ~ Luís Belard da Fonseca, Heráldica Portuguesa

A Heráldica, ciência e arte de estudo e representação de brasões, é muitas vezes auxiliar à Genealogia. Isso porquê, nas suas origens, os brasões eram atribuídos não a todos os portadores de um sobrenome, mas sim a um homem e seus descendentes diretos, ou seja, a uma linhagem específica de uma família.

 

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Memoráveis e inconfundíveis, mesmo a longas distâncias: escudos heráldicos bem compostos preservam as características que os definem, mesmo em apresentações mais minimalistas. Painted Clans, de Brendan McCarey.

A Heráldica obedece a um conjunto de princípios e regras cujo objetivo é proporcionar certas qualidades estéticas. Originalmente utilizados na Idade média, para identificar aliados e oponentes em campo de batalha, os escudos buscavam a legibilidade à longa distância; um aspecto inconfundível e único; e principalmente, a clareza e simplicidade do desenho, obtidos através de um sistema próprio de organização geométrica, cromática e simbólica.

 

Tradicionalmente, os brasões eram honrarias pessoais concedidas pela coroa em reconhecimento a algum evento marcante. Eram cabíveis aos descendentes do cavalheiro que primeiro o obteve, passados de geração em geração de pais para filhos, pois – Como a História é Sexista – as mulheres, a rigor, não passam seus brasões a seus descendentes. No Brasil, os brasões familiares foram designados durante a monarquia, e eram registrados no extinto Cartório de Nobreza e Fidalguia. A queda das monarquias, em 1889 no Brasil, e 1910 em Portugal, levou consigo o papel da heráldica como símbolo nobiliárquico.

Mas nem por isso deixou de existir a iconografia da heráldica e o fascínio com a brasonaria. Com o passar dos tempos, o brasão passou a ser um símbolo autoatribuído, e pode ser um símbolo pessoal, familiar, cívico, político, corporativo, esportivo, eclesiástico, militar, enfim: um símbolo para o que quer que seja. O brasão é simultanemente símbolo e lembrança, e portanto, é relíquia.

Além disso, a heráldica clássica repercute até hoje como fonte de inspiração recorrente para o design logotípico, como nos lembram algumas célebres escuderias. Para mostrar outras possibilidades atuais de aplicação da heráldica, seguem alguns exemplos modernos e releituras de brasões, em estilos evidentemente derivados dela:

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Brasões para as peças teatrais da temporada 2010 do Shakespeare’s Globe Theatre, Londres. Alguns ostentando cargas da heráldica clássica, outros incorporando desenhos não tradicionais. Vale conferir o trabalho: Shakespeare’s Kings and Rogues, Adam Hayes – via Creative & Live

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Brasões podem representar qualquer tipo de evento, de cruzadas a torneios de badminton. Um brasão contemporâneo pode incorporar elementos da vida moderna, como, por exemplo, um par de raquetes e uma peteca. Este símbolo não segue todas as regras da heráldica, mas é muito influenciado pela tradição dos escudos, apresentando simetria, proporções e adornos tradicionais. Um trabalho de Happy Menocal.

 

Na galeria acima, está o brasão em estilo heráldico tradicional repaginado com estilo geométrico, ênfase na silhueta, e abandono dos esmaltes heráldicos em favor da simplicidade monocromática. Conceito de identidade visual para a Hungria. Um trabalho de Miklós Kiss.

E para encerrar, deixo aqui o brasão de Zurique –

mais clássico, impossível:

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…e mais atual, também é difícil.

Att,

helga~Helga.

SkyscraperCity | Porto Alegre do passado – Coletânea de fotos de 1880 a 1970

Salve!

Para os que já gostaram deste post, e gostam de garimpar fotos antigas de Porto Alegre, estão igualmente

lindas e bem grandes

as fotos disponibilizadas por Rene Hass no Porto Alegre do passado – Coletânea de fotos de 1880 a 1970 no SkyscraperCity.

Nas palavras do autor da galeria:

Eu adoro fotos antigas e sempre quis fazer uma coletânea de fotos antigas de Porto Alegre, que agora concretizo neste thread. Todas as fotos aqui postadas foram digitalizadas do livro “Memória Visual de Porto Alegre 1880 – 1960”, 2ª edição, Porto Alegre: Palolotti, 2008. As fotos publicadas no livro pertencem ao acervo de imagens do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, em Porto Alegre.”

 

Segundo Rene Hass: "Foto 07 – 1911 – Barcos na região do porto no centro de Porto Alegre."

Segundo Rene Hass: “Foto 07 – 1911 – Barcos na região do porto no centro de Porto Alegre.”

Att,

~Helga.