Posts tagged "Século XX"

Compilação inacabada de Nomes curiosos, ∞ B ∞

Salve!

Esta é a segunda de uma série de postagens em Extra!, dedicadas a desenterrar alguns nomes encontrados no Garimpo. Navegue pela página principal – Nomes curiosos de A a Z, ou use a barra de navegação no menu lateral.

Mas primeiro, inicio com este

∞ Aviso aos navegantes ∞

Eu, tu, eles jamais pretendeu ofender. É possível que um nome que pertença a algum ente muito querido de algum leitor tenha-me parecido divertido por um ou outro motivo. Alguns nomes são descritos com uma pitada de bom-humor, outros com alguma dose de estupefação que a nada se deve, senão à minha ignorância : )

Por favor, respirem, relaxem e relevem!

~ Grata pela compreensão

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Para ⇑ ∞ A ∞ ⇑

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monogramas

∞ B ∞

∞ Balbino ∞
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Bem mais comum na versão feminina, Balbina. Porto Alegre, 1869.

∞ Baldoino ∞
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Casou em Porto Alegre, 1894.

∞ Baldomero ∞
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Baldomero. Porque não? São Borja, 1873.

∞ Balthazar ∞
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Nome curioso e forte, Balthazar. No exemplo acima, o portador do nome faleceu em Porto Alegre, 1812, de “moléstia interior”, infelizmente, com apenas dois anos.

∞ Belarmina ∞
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Porto Alegre, 1914.

∞ Belarminda ∞
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Porto Alegre, 1861.

∞ Belchior ∞
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Belchior nem é um nome que chame tanta atenção assim, a não ser porque lembra o nome de um mítico cantor brasileiro, e esta lendária loja de “que comprava e vendia de tudo” em Porto Alegre:

Foto: arquivo pessoal de Jorge Leão / Almanaque Gaúcho

Foto: arquivo pessoal de Jorge Leão /  Publicada no Almanaque Gaúcho

Segundo a matéria que descreve Ao Belchior, “Mercador de objetos velhos e usados, diz o verbete do Dicionário Aurélio para definir essa palavra.” Gosto que o –ch- resiste bravamente, mesmo sendo pronunciado como –qu-.

∞ Belizário ∞
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Belizário é, certamente, um nome curioso. Casou com Abrilina em Porto Alegre, 1897.

∞ Belmira ∞
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Nome que que tem um certo ar de século retrasado, e que poderia muito bem ressurgir. A versão masculina é nome de um famoso bairro de Santos. Porto Alegre, 1847.

∞ Belmonte ∞
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Muito mais visto como sobrenome do que nome de batismo, aí esta Belmonte, casando-se em Porto Alegre, 1910.

∞ Bertholda ∞
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São Borja, 1872.

∞ Bertholina ∞
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São Borja, 1872.

∞ Boaventura ∞
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Nome curioso, simpático e bem-aventurado. Batismo em Porto Alegre, 1871.

∞ Brasilino ∞
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Porto Alegre, 1914

∞ Brazilia ∞
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Nome bonito e curioso que foi seqüestrado por uma cidade e um carro popular. A Brazilia deste registro de batismo veio muito antes dessas modernidades, em 1913, Porto Alegre.

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E para encerrar, um

∞ Segundo aviso aos navegantes ∞

As compilações estão em constante crescimento e sujeitas a alterações sem aviso prévio.

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monogramas

 

Att,

helga~Helga.

As cores como elas eram – 1920 a 29

Salve!

Pegando carona neste post anterior,  pensei que as cores exuberantes dos anos 20 – que na prática não se deixaram capturar no cinema e na fotografia – mereciam seu próprio lugar ao sol aqui em Extra! 

Vamos pensar em uma diva dos anos 20. Não é difícil:

klmklmkl via FilmsGraded.com

A icônica Louise Brooks, no poster de seu filme mais cult. Via FilmsGraded.com

Não é raro ver alguém tentando reproduzir o ar misterioso dessas divas – e então isso se traduz em uma maquiagem um pouco pesada, com muito contraste nos olhos, e aquele batom cor de vinho com café, ou de casca de beringela, enfim… um tom até avermelhado, mas demasiado escuro.

Mas como já comentei anteriormente:

«

Cabelos Tons vermelhos teriam parecido muito mais escuros do que eram em uma foto p&b daquela época. Isso se deveria à película ortocromática da fotografia, assim descrita na Wikipedia (livremente traduzido por mim):

A película ortocromática provou-se problemática para o cinema, fazendo céus rosados parecerem nebulosos, cabelos loiros parecerem apagados, olhos azuis praticamente brancos, e lábios vermelhos praticamente pretos.

Este tipo de película foi amplamente utilizado até 1926 e sua produção só foi interrompida pela Kodak em 1930.»

♦  Como não deixam mentir os batons originais da época, que quase invariavelmente saíam quase pretos nas fotografias e filmes:

 

♦  Vejam também alguns exemplos de posters coloridos do mesmo filme – A Caixa de Pandora – sempre com bastante cor:

 

 

♦  Na mídia impressa, a revista Photoplay de Chicago trazia as novidades de Hollywood para os fãs de cinema desde 1911. Algumas capas – todas mostrando lábios coloridos com os vermelhos mais vibrantes:

 

ijijiojo

Capa da Photoplay, outubro de 1926. Retrato de Dolores Costello, desenhado por Rolf Armstrong. Via MusicMadMamma.tumblr.

 

♦  Para terminar, deixo com vocês a cara de desdém da Louise Brooks – colorida parcialmente, bem rápido e sem muito detalhismo por mim:

 

– – ♦ – –
Fashion Illustration, 1929

Fashion Illustration, 1929. Vinda de algum lugar do pinterest.

Att,

helga

~Helga.

 

Compilação inacabada de Nomes curiosos, ∞ A ∞

Salve!

Esta é a primeira de uma série de postagens em Extra!, dedicadas a desenterrar alguns nomes encontrados no Garimpo. Navegue pela página principal – Nomes curiosos de A a Z, ou use a barra de navegação no menu lateral.

Mas primeiro, inicio com este

∞ Aviso aos navegantes ∞

Eu, tu, eles jamais pretendeu ofender. É possível que um nome que pertença a algum ente muito querido de algum leitor tenha-me parecido divertido por um ou outro motivo. Alguns nomes são descritos com uma pitada de bom-humor, outros com alguma dose de estupefação que a nada se deve, senão à minha ignorância : )

Por favor, respirem, relaxem e relevem!

~ Grata pela compreensão

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∞ A ∞

∞ Aarão ∞
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“Na história bíblica, era filho de Anrão e Joquebede” ~Wikipedia

O artigo da Wikipedia linkado acima, aliás, inclui uma profusão de nomes bíblicos em desuso (que por isso mesmo podem soar também esdrúxulos), como Eliseba, Aminadabe, Nadabe, Adabiú e Eleazar. No caso de Aarão, é o A duplo que considero curioso.
Se bem que Isaac e Abraão também tem duplos As, e não me intrigam tanto.
Porto Alegre, 1913.

∞ Abacisa ∞
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Porto Alegre, 1913.

∞ Abel ∞
Casamento de Abel, Catedrak de Porto Alegre, 1904. Encontrado em FamilySearch

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Nome que encontrei poucas vezes em minhas horas de Garimpo. Talvez pelo fim trágico do personagem bíblico, que foi assassinado pelo irmão, Caim. O derivado Abelardo me parece tão incomum quanto, e atualmente ambos os nomes ainda não são vistos com muita freqüencia. Acima, está registro de casamento de um Abel, Catedral de Porto Alegre, 1904.

“Cain leadeth Abel to death”, de James Tissot. [Wikipedia]

∞ Abelardo ∞

Derivado de Abel, acima. Para quem já (ou ainda) lembra dos anos 80 no Brasil, Abelardo faz vir à mente o fantástico tema abertura do Cassino do Chacrinha (Abelardo Barbosa, nascido em 1917). Quem já se lembra será poupado, quem não lembra corre pro youtube, 1…2…3…!

Chacrinha, por Luiz Fernando Reis. Wikimedia Commons.

Chacrinha, por Luiz Fernando Reis. Wikimedia Commons.

∞ Abrelina ∞
Screen Shot 2015-06-28 at 12.52.24 AM

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 Porto Alegre, 1913.

∞ Abdíos ∞
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Não lembro de ter encontrado este nome antes, e não faço idéia de qual a origem. Quem saberia me dizer, de onde vem este nome? Porto Alegre, 1913.

∞ Adiles ∞
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Adiles ou Adyles costuma ser um nome masculino, se bem que neste exemplo, de Porto Alegre, em 1913 – é nome de uma menina. Não conheço a real origem do nome mas não consigo deixar de pensar num híbrido de Adônis com Aquiles.

∞ Alaydes ∞
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Alaíde eu conhecia, mas Alaydes me dá uma forte impressão de plural. Porto Alegre, 1914.

∞ Alipio ∞
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Alipio me dá vontade de criar um personagem, o Seu Alípio – um homem de quem todos falam sem motivo, só porque não se cansam de pronunciar seu nome em vão. Na vida real, só encontrei o exemplo acima. Porto Alegre, 1913.

∞ Almerão ∞
Screen Shot 2015-06-29 at 9.28.42 PM

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Porto Alegre, 1913. Nome masculino que vem desta folha:

ALmeirão ou chicória amarga. Foto: Embrapa

O almeirão ou chicória amarga. Foto: Embrapa Hortaliças

∞ Altidório ∞
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São Borja, 1873.

∞ Amabilia ∞
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São Borja, 1872.

∞ Amador ∞
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Porto Alegre, 1870. A palavra amador originalmente se referia àquele que ama. Depois passou a descrever aquele que exerce uma atividade por gosto, e finalmente, passou a ser mais usada para aqueles a quem falta profissionalismo. Para os dias de hoje, fica difícil.

∞ Amandina ∞
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Nada demais com este nome – variação de Amanda – exceto que, por associação, não consigo parar de pensar naqueles bombons industrializados, crocantes e muito, muito doces.

∞ Ambrosina ∞
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Não é tão incomum, assim como Ambrósio ou Ambrósia. Mas me faz pensar no doce. Ambrosia chamava originalmente o néctar dos deuses do Olimpo, mas para mim ganha, de longe,  a memória do gosto do doce que a minha avó fazia. ♥

∞ Amilton ∞
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Porto Alegre, 1914. Pensava que a influência da língua inglesa na onomástica brasileira era mais recente? Ledo engano!

∞ Amphilognio ∞
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Casou na Catedral de Porto Alegre, em 1895. Não apenas era chamado Amphilognio, como também era filho do Major Militão com Cândida Espiridiana. Inconfundível!

∞ Antão Antonio ∞
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Antão é um nome já esquecido. Além disso, só faltou que o sobrenome do rapaz fosse Antunes. Casou em Porto Alegre, em 1896.

∞ Antiro ∞
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Porto Alegre, 1861.

∞ Apolinária ∞
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Para formar um quinteto com Olegária, Berengária, Januária e Belizária.
Porto Alegre, 1913.

∞ Ariosto ∞
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Porto Alegre, 1913.

∞ Aristotelina ∞
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Quando a intenção era homenagear o filósofo Aristóteles ao batizar o menino – e ninguém tinha um plano B, se porventura fosse uma menina. Porto Alegre, 1913.

∞ Ascindina ∞
Screen Shot 2015-07-02 at 5.10.51 PM
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Fiquei pensando que Ascindina era aquela que ascendeu. Porto Alegre, 1882.

∞ Ataídes ∞
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Porto Alegre, 1913.

∞ Atalibo ∞
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Atalibo me dá vontade de criar um personagem. Porto Alegre, 1872.

∞ Ataníbio ∞
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Porto Alegre, 1874.

∞ Áurea Athanalpa ∞
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Não é preciso comentar. Porto Alegre, 1913.

∞ Azize ∞
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Porto Alegre, 1913.

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E para encerrar, um

∞ Segundo aviso aos navegantes ∞

As compilações estão em constante crescimento e sujeitas a alterações sem aviso prévio.

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monogramas

 

Att,

helga~Helga.

Colorização de uma foto de família, 1929

Salve!

Caixas de fotografias antigas sempre guardam algum tesouro. Foi somente em 2012 – e portanto, já bem grandinha – que pude descobrir a maravilhosa foto abaixo, enviada pelo meu saudoso pai. O verso da foto é tão precioso quanto, com um recadinho – ligeiramente insinuante, eu diria – para o namorado da terceira moça da esquerda para a direita, que era também o futuro marido, e foi também o meu avô super querido.

♥ Minha avó pronta para o Carnaval, em 1929 ♥
Erna(1929)

Endiabradas: as meninas formaram um mini bloco com o artifício simples de usar o mesmo acessório na cabeça. À primeiro vista alguém poderia se perguntar porque a estrela está sempre torta…? Mas com mais atenção, se percebe que as estrelas estão, na verdade, todas apontando para baixo – e, no ocultismo, este é um símbolo do submundo. As moças eram de família, mas afinal, era Carnaval! Foto: Irmãs Nilles e amigas, Porto Alegre, 1929 / Arquivo pessoal da Helga.

Achei que uma foto tão interessante merecia ser colorida. O difícil é livrar o pensamento deste tipo de imagem:

okoko

A combinação de preto e metálico é super batida em se tratando do estereótipo de traje festivo feminino nos anos 20. Só faltaram uma piteira e um comprido colar de pérolas… vocês sabem do que estou falando! Encontrado em NotOnTheHighStreet.com.

 

Mas isso seria um passo em falso, é claro. A década de 20,* também chamada de “anos loucos”, foi um período de relativa paz e prosperidade, na primeira fase do entreguerras e anterior à Grande Depressão. As fotos eram, sim, em preto e branco, mas os exemplos sobreviventes de vestidos e a imprensa da época mostram que ela foi (ou pelo menos, em sua encarnação mais luxuosa, pretendeu ser) bastante colorida:

 

 

Então chegamos aos finalmente: hora de dar cor ao momento eternizado no Carnaval portoalegrense de 1929. Talvez fosse tudo bem mais sóbrio do que na minha imaginação, mas preferi apostar num conjunto de cores sortidas e um fundo vibrante como o espírito da época. Recomendo que deixem que os olhos passeiem um pouco pela imagem, levados pelos olhos serenos e as ondas revoltas dos cabelos dessas quatro moças.

 

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As meninas no baile de Carnaval: ao centro, Irene Nilles e Erna Nilles; nos cantos esquerdo e direito, duas moças cujas identidades ainda não descobri. Foto: Irmãs Nilles e amigas, Porto Alegre, 1929 / Arquivo pessoal da Helga. Colorizada por Helga.

As cores dos cabelos e dos olhos, aliás, vieram das memórias de uma sobrinha das irmãs Nilles, que são as moças do meio. Sobre as quatro irmãs (sendo que as duas primeiras não estão na foto), filhas de Theodoro Nilles e Henriqueta Eilert, ela disse:

“A minha tia Irma, que era a tia mais velha, ela tinha os olhos azuis, e o cabelo castanho escuro. Depois vinha a minha mãe, com o cabelo e os olhos escuros. A minha mãe foi a única que teve os olhos escuros. Vocês vão ver nas fotografias. A Wilma era minha mãe, a segunda. Aí vinha a tia Erna. Olho azul e o cabelo puxando mais para o loiro. E a tia Irene que era mais moça que tinha os olhos cor de violeta e os cabelos cor de fogo. Era a única diferente, a minha tia mais moça.”

∞ ♥ ∞

E então ao reler este trecho da transcrição desta entrevista de 2012, me deu um estalo: eu olhei mais uma vez para os cabelos da Irene. Cabelos vermelhos teriam parecido muito mais escuros do que eram em uma foto p&b daquela época. Isso se deveria à película ortocromática da fotografia, assim descrita na Wikipedia (livremente traduzido por mim):

A película ortocromática provou-se problemática para o cinema, fazendo céus rosados parecerem nebulosos, cabelos loiros parecerem apagados, olhos azuis praticamente brancos, e lábios vermelhos praticamente pretos.

Este tipo de película foi amplamente utilizado até 1926 e sua produção só foi interrompida pela Kodak em 1930. Porto Alegre não estava exatamente no epicentro das novas tendências e é bem provável que ali, em 1929, uma fotografia corriqueira ainda não dispusesse da película pancromática, cuja fidelidade de representação das cores teria sido maior.

Olhei mais uma vez para a fotografia orginal. Olhei bem para as duas figuras centrais, com os olhos parecendo muito claros, os cabelos cor de fogo da Irene parecendo escuros, e as roupas escuras parecendo ser feitas do mesmo tecido e, com simplicidade, feitas em casa, talvez especialmente para a ocasião. E me ocorreu que, talvez, essas meninas endiabradas quiseram combinar também as cores dos vestidos. E elas escolheram, eu sei, vestir encarnado.

 Foto: Irmãs Nilles e amigas, Porto Alegre, 1929 / Arquivo pessoal da Helga.

Foto: Irmãs Nilles e amigas, Porto Alegre, 1929 / Arquivo pessoal da Helga. Colorizada por Helga.

E assim, me dei por satisfeita.

Att,

helga~Helga.

∞ ♥ ∞

*Nota: Eu nasci no século XX e por isso chamo a década entre 1920 e 1929 apenas de “anos 20”. Mas é claro que em cinco anos estaremos na década de 20 do século XXI. Já posso ouvir minha filhinha de dois anos dizendo: “Eu cresci nos anos 20!”. E eu no século XX…! Quando ainda usávamos algarismos romanos.


∞ ♥ ∞

Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul

Salve!

Para quem se aprofunda na pesquisa de seus antepassados, às vezes faz falta um mapa de onde e de quando viviam.

Rua Riachuelo, 1317: O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Rua Riachuelo, 1317: O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Foto: do celular da Helga.

 

O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul guarda um bom acervo cartográfico de todo o Estado, como se pode ver (em baixa resolução) aqui. O IHGRGS tem à disposição do público o mesmo material em alta resolução, além de uma coleção de mapas de Porto Alegre e mais outras publicações, ao custo de R$ 10,00 para cada CD. Há também, além da Mapoteca, a Hemeroteca e a Fototeca, mas ao que parece boa parte destes acervos estão ainda sendo organizados, catalogados, indexados e etc, para futura disponibilização para pesquisa.

 

♥ Mapas Antigos e Bonitos ♥
 

Att,

helga~Helga.